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Viagra pode ajudar a emagrecer
Não é por nenhum tipo de exercício físico intenso e duradouro, amigos. É outra coisa. O Viagra consegue transformar a gordura branca em gordura castanha. E isso pode ser bom. Ao invés de armazenar a gordura no corpo, o tecido adiposo castanho a transforma em calor. Ou seja, queima e elimina a gordura.
Por enquanto a experiência foi testada apenas em ratos. Pesquisadores alemães deram-lhes doses de Viagra durante uma semana. E acompanharam os níveis de proteína UCP-1 no organismo deles. Presente apenas na gordura castanha, essa proteína é responsável por transformar as calorias em energia.
No fim da experiência, a quantidade de UCP-1 aumentou bastante. Os ratos não chegaram a perder peso – por opção dos pesquisadores. Eles queriam apenas avaliar o aumento de gordura castanha no corpo, mas sem redução de peso, por isso os testes duraram apenas sete dias. Mais que isso, eles acreditam, os ratinhos teriam emagrecido.
Eles só não sabem ainda, com certeza, quais seriam os efeitos colaterais em humanos – afinal, não deve fazer muito bem à saúde entupir-se de Viagra, certo? E ainda não há consenso entre os cientistas se a gordura castanha é realmente mais saudável que a branca.
Açucar colocado diretamente nas feridas ajudar a curar mais rápido
Muito açúcar pode ser mau para a cintura, mas poderá ajudar os médicos a curar os doentes.
Uma nova pesquisa mostra que medicina popular de África pode ser a chave para o tratamento de feridas que desafiam a medicina moderna.
Um estudo descobriu que o açúcar granulado despejado diretamente numa ferida, úlceras da perna e até mesmo amputações promove a cura quando os antibióticos e outros tratamentos já falharam.
De acordo com o estudo, o açúcar extrai água da ferida para um penso acelararando assim o processo de cicatrização. O remédio tradicional foi sugerido por Moisés Murandu (à esquerda) para o tratamento de Alan Bayliss (à direita)
O estudo é liderado por Moisés Murandu, um professor de enfermagem em Wolverhampton University, que cresceu no Zimbabwe, onde o seu pai costumava colocar açúcar para curar feridas e reduzir a dor, quando ele era criança.
Um dos pacientes que recebeu o tratamento como parte da pesquisa é Alan Bayliss, de Birmingham, que estava a ser tratado na ala para amputados do Moseley Hall Hospital’s.
Devido a uma ulcera o paciente foi sujeito a amputação da perna direita e a uma operação à perna esquerda no Queen Elizabeth Hospital. Para a reabilitação ele foi transferido para Moseley Hall Hospital’s, onde foram usados os tratamentos normais mas as feridas não estavam a sarar tão rápido quanto era desejado. Foi então que entrou em cena o Enfermeiro Moisés Murandu que, usou acuçar para curar as feridas. Em duas semanas as feridas reduziram consideravelmente de tamanho.
Bayliss, o paciente, disse: “Foi revolucionário. A ferida real era muito profunda – era quase tão grande quanto o meu dedo “Quando o enfermeiro Moisés fez o primeiro curativo ele quase despejou um pote de açúcar, mas duas semanas depois ele só precisava usar 4 ou 5 colheres de chá. O “Tratamento do açucar” fez-me sentir muito melhor”
Até agora, 35 pacientes já receberam este tratamento, viram a sua condição melhorar, sem efeitos adversos relatados, em comparação com 16 pacientes que não têm o tratamento.
O tratamento funciona porque as bactérias precisam de água para crescer, a aplicação de açúcar numa ferida suga a água e as bactérias acabam por morrer impedindo assim, também, a sua multiplicação.
Americano mata a esposa porque ela ‘não parava de falar’
Joseph Hilton (foto ao lado), de 62 anos, assassinou a esposa, Deborah Faile Hilton, de 59, porque “ela não parava de falar”. Sim, este foi o motivo que ele alegou ao ligar para a emergência 911 (equivalente ao nosso 112) após o crime, ocorrido em Lancaster (Carolina do Sul, EUA).
“Ela simplesmente continuou a falar, falar, falar. Eu não conseguia falar com ela. Estávamos a ter uma discussão e não conseguimos chegar a uma conclusão”, disse Joseph, segundo gravação obtida pela emissora WSOCTV.
Para calar a esposa, o americano usou um revólver calibre 45.
Depois de ligar para o 911, Jopseph fez outra chamada. Ele ligou para o enteado e disse: “Matei a sua mãe. Você precisa vir aqui”.
O assassino foi preso.
Ser solteiro dá prejuízo. Casamento faz economizar cerca de 2.840€ por ano
Ser solteiro dá prejuízo. Você pode até gastar menos com cinema, presentes e jantares. Em compensação, os casais costumam passar mais tempo em casa, no quentinho, sem torrar tanto dinheiro em festas e saídas. E quando juntam os chinelos ainda gastam menos dinheiro do que os solteiros. No fim das contas, esses casais economizam quase 1.420€ por ano.
E eles nem precisam esforçar-se. Apesar das economias, os casais têm mais privilégios que os solteiros – como viajar todo mês, conhecer outros países, contratar uma empregada ou trocar de carro a cada três anos. Pelo menos foi assim com mais de 2 mil pessoas, entre 16 e 55 anos, entrevistadas por uma empresa britânica de serviços bancários online.
Com a mudança no estilo de vida e a divisão das contas, os entrevistados que viviam junto com o namorado (ou marido) economizavam mais do que os solteiros: no fim do mês, tinham, em média, 118€ a mais. Ou seja, por ano, os solteirões gastavam quase 1.420€ a mais. Se for somar a economia dos dois membros do casal, a poupança sobe para quase 2.840€. Dá pra fazer uma viagem e tanto…
Mulher é mais esperta ao inventar doença para faltar ao trabalho
Um em cada 10 empregados que já inventaram alguma doença para faltar ao trabalho foi apanhado. Os dados são de uma pesquisa realizada entre 10 mil adultos por uma marca de medicamento para tratamento da gripe, na Inglaterra.
O interessante é que mais da metade dos descobertos são homens. Segundo o levantamento, as mulheres saem-se melhor com a desculpa porque ficam em casa e não usam as redes sociais.
Já os homens costumam dizer que estão doentes porque estão de ressaca da noite anterior ou simplesmente querem tirar o dia de folga. Os motivos foram dados por 39% e 30% dos entrevistados, respectivamente.
Quinze por cento disseram faltar apenas para ficar em casa com o companheiro, e a mesma percentagem afirmou usar a desculpa para poder ir a entrevistas de trabalho. A pesquisa ainda mostrou que 10% foram desmascarados por um colega de trabalho, que sabia da farsa.
Enquanto 10% entre todos os entrevistados afirmaram não fazer uso de redes sociais no dia da pretensa doença, 5% faz o contrário e fica postando informações falsas sobre o problema de saúde para angariar a simpatia dos colegas. Dois terços ligam para avisar que irão faltar, mas 5% pedem a um parente ou colega para dar a notícia no trabalho.
Homem é pago para pular em cima de colchões
Quem nunca levou uma bela palmada por estar a pular no colchão da cama? Reuben Reynoso jamais ficou de pé no colchão da sua casa, quando era pequeno, com medo de levar uma surra do seu pai. No entanto, a vida foi justa com ele: hoje, Reynoso trabalha numa fábrica de colchões e é pago para pular em cima deles!
O rapaz realiza uma série de testes de qualidade nos colchões da norte-americana McRoskey, que são todos feitos à mão. Mas se pensa que é tudo uma grande brincadeira, é melhor repensar. “É trabalho. Não é para qualquer um. Há maneiras certas e erradas de fazê-lo”, explicou o funcionário ao SF Gate.
Os colchões da McRoskey, todo o processo de fabricação de um colchão é manual e chegam a custar mais de 2 mil dólares (perto de 1.500€).
Na hora do teste, uma camada de proteção é colocada sobre o colchão e Reynoso entra em cena. Ele fica em pé no meio de uma das extremidades do colchão e dá início aos pulos: cinco para frente, cinco para trás. Ao todo, são cem pulos de um lado e mais cem do outro.
Diversão à parte, Reynoso precisa perceber as possíveis imperfeições do colchão e deve comprimi-lo o suficiente para que passe para a próxima etapa: uma gigantesca máquina de costura.
Reynoso já trabalhou como carpinteiro, pedreiro, engenheiro ferroviário e até mesmo numa fábrica. Mas ele garante que trabalhar com colchões foi o seu melhor emprego até então. “Eu sinto-me bem a fazer este trabalho. O sono é tão importante. Todo mundo precisa dele. Eu gosto de fazer parte disso”, afirmou.
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